Crónica sobre a primeira noite de contos do Um Porto de Contos- Edição 2015

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Primeira “Noite de Contos”……Os contos começam as suas viagens
Casa das Artes, Espaço Zirin Zirin: 24 de julho, pelas 21.30 h





A primeira Noite de Contos do Festival “Um Porto de Contos” iniciou-se com um momento musical a cargo de Sandra Oakh, acompanhada por Ramiro Marques. Surgindo do meio da assistência, Sandra Oakh surpreendeu os presentes com a sua voz melodiosa, suave e quase encantatória reforçada pelo harmonioso som de fundo de uma Kalimba tocada por Ramiro.


“O homem que queria ver o sol”, uma pequena história contada por Sandra Oakh, antecipou a entrada em palco de Clara Haddad que, enquanto mestre-de-cerimónias, começou por cumprimentar todos os presentes e agradecer o empenho e apoio dos vários parceiros envolvidos na concretização deste seu sonho, o Festival “Um Porto de Contos”. 


A este nível, dirigiu agradecimentos especiais à Portugal Lovers e à Favorita, bem como às Caves Taylor’s e Croft, Kalandraka, Saboreccia e Casa das Artes e realçou, particularmente, os laços de amizade e profissionais que a ligam a Teresa Cunha, da livraria Salta-Folhinhas com quem tem sonhado e criado muitas coisas juntas.

Clara Haddad agradeceu também a disponibilidade de tempo e trabalho da numerosa equipa de voluntários e colaboradores que estão a ajudá-la na organização e promoção deste evento.


De seguida, fez uma breve apresentação da primeira contadora de histórias da noite, Mariana Machado, um dos novos talentos saídos dos seus cursos de formação, da Escola de Narração Oral Itinerante de que é diretora.


Mariana apresentou várias histórias tradicionais, conseguindo interagir com o público duma forma contagiante e mantendo sempre em palco uma presença dinâmica e uma simpatia encantadora.



Seguiu-se a atuação de Vítor Fernandes, também ele um novo talento saído dos seus cursos de formação, da Escola de Narração Oral Itinerante, de Clara Haddad.





O Vitor divertiu-se e divertiu o público presente, privilegiando contos recheados de humor,
vivacidade, astúcia e emoção da tradição oral portuguesa, numa linha contínua de narração que conseguiu prender a atenção do público duma forma natural.





A fechar esta Noite de Contos, o público teve o prazer de conhecer e ouvir Mohamed Hammu, o único narrador internacional desta noite, e que é natural de Marrocos. Apresentando-se com um traje tradicional que emprestou ainda mais brilho ao cenário, Mohamed Hammu  narrou uma longa história, num tom intimista, quase “hipnotizador”, conseguindo manter o público agarrado às suas palavras.


No final da apresentação de cada narrador, Clara Haddad voltou a subir ao palco para dirigir uma mensagem de reconhecimento e de amizade a cada um, bem como uma pequena lembrança.


“As histórias navegam e as amizades também, chegando sempre a bom porto…..”



As cronistas 

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